OUTONO DE RENOVAÇÃO

 

O outono está cá! A luz está mais cálida e dramática, as noites mais frescas e longas, e as árvores começam a libertar-se das suas folhas…
Assim, tal como a Natureza está a passar pela renovação, pense em áreas da sua casa e da sua vida que podem beneficiar deste processo de libertação e mudança.

 

 

Apesar de voltar à rotina e à agitação normal do dia-a-dia, é comum deixar-se invadir por uma certa nostalgia e introspeção nesta altura. Mas ter uma casa airosa e mais acolhedora pode na verdade trazer ânimo e energia. Assim, criar espaço extra e mais conforto no seu espaço traz um maior bem-estar, importante nesta época em que vai passar mais tempo em casa.
Para além disso, o acto de organizar é realmente libertador, tomamos resoluções, lidamos com a nossa bagagem emocional, e – sempre bom – estamos fisicamente activos (óptimo para combater a fadiga nestes dias cada vez mais curtos). E no final, a cereja no topo do bolo, acabamos com um espaço muito mais agradável e uma sensação de alívio e lucidez!

Assim, para que todo este processo não seja assustador nem cansativo, comece com pouco! E cada “pouco” que fizer, vai fazer a diferença! Comece, em sua casa, por criar um espaço leve e despido de peças desnecessárias. Podem ser espaços tão simples como uma gaveta, o topo de um armário, debaixo da cama ou mesmo o tampo de uma mesa. Depois de o conseguir respire fundo, celebre o desafio terminado e o resultado conseguido.
Verá como vai ser um pequeno “retiro” para os seus olhos e para a sua mente, e gradualmente vai-se entusiasmar e querer expandir esse efeito tão bom por toda a casa!

ESPAÇOS PEQUENOs, grandes vantagens

 

Hoje em dia o mais comum é procurarmos apartamentos ou casas grandes. Porque o conceito que predomina é que muito espaço é sinónimo de comodidade e qualidade de vida.
No entanto, viver num espaço “menos grande” (mas que ainda assim seja apropriado para o seu estilo de vida) pode melhorar o dia-a-dia em muitos aspetos.
Ora vejamos:

Força-o a ser mais seletivo com que decidir guardar. Aliás, esta é uma ideia-chave: decide o que guardar, ao invés de ser passivo com as coisas entram na sua casa e estacionam por lá. Ao ter o sentido de espaço limitado, evita que os seus pertences se expandam indefinidamente, obrigando a ser mais intencional e manter apenas o que aporta valor à sua vida.

É mais fácil e rápido de limpar. A matemática é simples: menos objetos e superfícies para limpar, menos trabalho.
Assim, até ter a casa mais agradável quando aparecem visitas é fácil, já que mesmo que haja a confusão normal do dia-a-dia, torna-se mais rápido deixar o espaço limpo e organizado.

 

 

Usar e arrumar em versão descomplicada. Também associada à ideia anterior, ter menos objetos significa que tudo tem o seu lugar. Para além disso, em vez de ter vários nichos espalhados pela casa, consolidar as diferentes categorias na mesma zona (por exemplo, produtos de limpeza) torna mais acessível e natural voltar a arrumar o que acabou de usar .

Menos decisões, menos stress! No dia-a-dia já há tantas decisões a tomar, que no que se puder simplificar, melhor! Assim, que melhor sítio do que o seu retiro chamado casa? “O que vestir”, “onde arrumar isto”, ou “o que fazer com o pouco tempo que tenho” tornam-se questões simples de responder porque tudo o que o rodeia é positivo para si!

Menos despesas. Sejam contas de água, eletricidade ou aquecimento, impostos ou até remodelações, o valor a pagar vai ser sempre menor. Usufrua do seu dinheiro de outra forma que não despesas de manutenção!

Maior conforto. Se conseguir ter uma boa seleção de objetos e o seu espaço optimizado, ter um ambiente menos amplo pode significar mais aconchego e maior comodidade. Assim, desfruta do espaço onde habita de uma forma mais pessoal e intimista.

Como vê, ao contrário do que possa soar, menos espaço não significa privação, mas pelo contrário vários pesos que nos saem dos ombros!
E lembre-se, quando sentir que não tem espaço suficiente, pergunte-se se o estará a aproveitar da melhor forma, ou até quem sabe, se não terá coisas a mais.

HOBBIES LEVES II

 

Já chegou a experimentar algum dos hobbies leves sugeridos no último artigo?
Como ainda se mantêm dias agradáveis para andar lá fora, continuamos a dar ideias para os aproveitar de forma leve e sem tralhas.

Museus, galerias e jardins

Enriquece a imaginação e é tranquilizante. Ajuda-nos a focar nas coisas bonitas e a distrair-nos dos nosso problemas. Que boa forma de passar o tempo!
Tenha cuidado apenas com subscrições e cartões de associados, uma vez que isso envolve newsletters, e outras papeladas desnecessárias.

Ginásio

Um saco com equipamento é tudo o quanto precisa. De resto, tudo o que possa necessitar, está lá. Se não gosta de rotina, opte por uma versão que tenha vários tipos de aulas.

Bancos de jardim

Já experimentou sentar-se e simplesmente ver quem passa? Com a variedade de pessoas e estilos, observar e imaginar para onde vão é um passatempo inesperadamente divertido e relaxante.

 

 

Viagens

Seja de avião, comboio ou carro, para o estrangeiro ou uma cidade vizinha, realmente não precisa de adquirir nada que não tenha já. Mas lembre-se: tente resistir a trazer mais souvenirs para casa…

Bibliotecas

Já foi referido no blog, mas nunca é demais reforçar a ideia de que se pode aceder sem ter de ter. Que bom que é ter um sofá disponível num sítio calmo e algumas revistas ou jornais para passar um bom bocado! E surpreenda-se com os livros recentes e interessantes que a sua biblioteca pode ter! Muitas vezes simplesmente pode desfrutar de leitura de qualidade sem ter de a comprar. Extra: também pode escolher um café agradável, onde tenha revistas disponíveis para os clientes.

 

Recorde, o importante que é criar tempo de lazer para si, um momento onde possa descomprimir e desligar de tudo o resto. E para conseguir isso, não é preciso muito!

 

Se tiver alguma sugestão de passatempos sem precisar de adquirir mais coisas, não hesite em partilhar!