Para quê

Os excessos que guardamos por inércia ou obrigação criam confusão e ansiedade, daí a necessidade de aliviar e organizar.

É difícil de tomar a iniciativa de começar sozinho, por ser uma tarefa morosa e que implica muitas decisões. A quantidade de coisas que temos torna-se arrebatadora e só queremos que tudo se organize, como que por magia, naquele instante. Mas isso não acontece…

Quero tornar tudo mais simples e eficaz. Sem julgamentos, respeitando a privacidade, com métodos simples mas eficientes, com soluções práticas e novos prismas. Vamos atingir o seu objectivo!

Isto é acerca de si e do seu espaço. Acerca de ser intencional com aquilo que tem e com aquilo de que se rodeia. É sobre ser responsável por aquilo que deixa entrar no seu ambiente e permite que faça parte da sua vida. O resto não interessa.

O principal fundamento é que temos de deixar de estar rodeados de coisas que gostamos “mais ou menos”. Porque esse é o primeiro passo para termos um espaço – e em última análise, uma vida – de que gostamos “mais ou menos”.

Os excessos que guardamos por inércia ou obrigação criam confusão e ansiedade, daí a necessidade de aliviar e organizar.
É difícil de tomar a iniciativa de começar sozinho, por ser uma tarefa morosa e que implica muitas decisões. A quantidade de coisas que temos torna-se arrebatadora e só queremos que tudo se organize, como que por magia, naquele instante. Mas isso não acontece…
Quero tornar tudo mais simples e eficaz. Sem julgamentos, respeitando a privacidade, com métodos simples mas eficientes, com soluções práticas e novos prismas. Vamos atingir o seu objectivo!
Isto é acerca de si e do seu espaço. Acerca de ser intencional com aquilo que tem e com aquilo de que se rodeia. É sobre ser responsável por aquilo que deixa entrar no seu ambiente e permite que faça parte da sua vida. O resto não interessa.
O principal fundamento é que temos de deixar de estar rodeados de coisas que gostamos “mais ou menos”. Porque esse é o primeiro passo para termos um espaço – e em última análise, uma vida – de que gostamos “mais ou menos”.