CONFUSÃO É DISTRAcÇÃO

 

Se ainda lhe restam dúvidas sobre o impacto da desarrumação no nosso bem estar, este artigo tem uma resposta bastante clara.

Investigadores da PNI (Instituto de Neurociência da Universidade de Princeton), conduziram uma experiência que se relaciona directamente com a desorganização versus a performance em diferentes tipos de tarefas.

Concluíram que “múltiplos estímulos apresentados no campo visual ao mesmo tempo, competem entre si pela representação neural, suprimindo-se mutuamente. Isto limita a capacidade mental de processamento”.

Ou seja, a confusão visual restringe a nossa capacidade de foco.
Tal qual quando uma criança que está ao nosso lado repete constantemente a mesma palavra. Talvez consigamos avançar com o que estamos a fazer, mas é definitivamente cansativo ouvi-la e requer um esforço extra concentrar-nos no que quer que seja. Acaba por ser desgastante e causa-nos stress.
Da mesma forma, quando nos encontramos entre vários objectos desordenados e tarefas por cumprir, ficamos assoberbados de informação e muitas vezes nem sabemos para onde nos dirigir.

 

 

Com efeito, acumular demasiadas coisas e deixá-las ao acaso prejudica o raciocínio lógico e criativo (ao contrário do que muitos possam pensar), faz-nos mais distraídos, e propensos à frustração.

Assim sendo, se queremos tornar-nos menos irritados, mais focados e tranquilos, um dos primeiros passos a tomar – com resultados quase imediatos – é controlar o estímulo visual e o caos, quer no nosso ambiente de trabalho quer em casa.